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Nacional

Vendas do comércio têm o maior recuo desde março de 2003

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As vendas do varejo brasileiro registraram em novembro o pior resultado em 12 anos. Na comparação com o mesmo mês de 2014, o recuo foi de 7,8%, o maior desde março de 2003, quando a retração passou de 11%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Já em relação a outubro, o comércio brasileiro mostrou sua segunda alta seguida, de 1,5%, depois de registrar resultados seguidamente negativos durante o ano de 2015, que acumula baixa de 4% no volume de vendas.

Entre todos os segmentos do comércio, os hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, cujas vendas caíram 5,7%, exerceram a principal pressão negativa sobre o índice geral na comparação anual.

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40% dos brasileiros estão no endividados, diz pesquisa

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Comprar por impulso é o terror dos endividados. Uma pesquisa revela que 40% dos brasileiros que não resistem às compras tentadoras no dia a dia estão no vermelho. Quem precisa de quatro celulares, duas filmadoras, oito livros do Harry Potter, sendo 2 repetidos? O Paulo comprou tudo isso e muito mais. "Falei ´vou comprar´ pra ver se eu consigo ler, para ter esse hábito de leitura. Não, eu não li nenhum", assume.

A falta de organização financeira e a compra por impulso são grandes vilões do bolso do brasileiro. De acordo com uma pesquisa feita pelo serviço de proteção ao crédito, o SPC, de todos que não resistem a uma comprinha tentadora, 40,1% estão com o nome sujo na praça.

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Inflação tem maior alta desde 2002

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A inflação oficial encerrou 2015 no maior patamar em 13 anos, graças principalmente aos aumentos expressivos na energia elétrica, nos alimentos e nos combustíveis. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 10,67%, a taxa mais elevada desde 2002 (12,53%).

Diante do resultado, o Banco Central terá de explicar, em carta aberta, o porquê do fracasso em deixar a inflação no limite de 6,5% estabelecido na meta do governo, já considerando os dois pontos porcentuais de margem de erro.

Neste ano, é esperado novo estouro da meta, diante da pressão de alimentos, alguns preços administrados e serviços. Levantamento feito ontem pela Agência Estado mostra que economistas de consultorias e instituições financeiras projetam, na média, alta de 7% no IPCA neste ano.

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Participantes do Enem com pendências não conseguem acessar nota

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Participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que têm alguma pendência com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) ainda não conseguiram acessar o resultado na internet. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do Inep, que diz que os casos são pontuais.

As notas foram divulgadas na sexta-feira (8) e estão disponíveis na Página do Participante. Alguns estudantes, no entanto recebem uma mensagem de que o resultado está em processo de auditoria e não conseguem visualizar as notas.

Segundo o Inep, são de candidatos que têm alguma pendência, que deixaram de apresentar algum documento ou informação à autarquia. Esses participantes, segundo o Inep, já foram acionados. O próprio candidato que receber a mensagem no site pode também entrar em contato pelo telefone 0800-616161.

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Produção da indústria tem queda de 2,4% em novembro, diz IBGE

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A indústria nacional mostrou sua sexta queda mensal seguida em novembro. Na comparação com outubro, o recuo foi de 2,4%, segundo informou nesta quinta-feira (7) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A queda do penúltimo mês do ano foi a mais forte desde dezembro de 2013, quando a retração chegou a 2,8%.

Já em relação ao mesmo período de 2014, o tombo da indústria brasileira foi maior, de 12,4%. Considerando apenas o mês de novembro, essa queda anual é a maior da série histórica do IBGE, que tem início em 2003.

A maioria dos segmentos da indústria pesquisados pelo IBGE teve resultados negativos, com destaque para as indústrias extrativas, de minério, borracha, por exemplo, que viram sua produção cair 10,9%, bem como as de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, que recuaram 7,8%.

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