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CIEE LANÇA NOVA MODALIDADE DO APRENDIZ LEGAL

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O Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) lança nova modalidade do Aprendiz Legal que ampliará o número de vagas de trabalho para jovens nas indústrias. Trata-se do Auxiliar de produção, um programa de aprendizagem que aborda conteúdos técnicos de nível básico, com destaque para Mecânica, Pneumática, Hidráulica, Elétrica, Automação e Lubrificação Industrial.

O objetivo é atender organizações que ainda não cumprem a Lei nº 10.097/00, que determina que empresas de médio e grande portes destinem entre 5% e 15% de seus postos a jovens com idade entre14 e 24 anos para atuarem em programas de aprendizagem. Os aprendizes permanecem contratados por dois anos, dividindo sua carga horária em atividades práticas em ambiente de trabalho e aulas teóricas voltadas à sua área de atuação, providas pelo CIEE.

Auxiliar de produção é a oitava modalidade de formação oferecida pelo programa Aprendiz Legal, que hoje conta com mais de 25 mil jovens sendo capacitados em 9,5 mil empresas em todo o País. As outras sete modalidades são: Comércio e varejo, Gestão pública, Logística, Ocupações administrativas, Práticas bancárias, Telesserviços e Turismo.

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MEC divulga lista de espera do Sisu

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O Ministério da Educação divulgou nesta segunda-feira (11) a lista de espera de candidatos do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

A lista é formada pelos candidatos que não foram selecionados na chamada regular, mas que informaram, até a quinta-feira (7), interesse em permanecer na disputa por uma vaga.

Criado em 2010, o Sisu unifica o preenchimento de vagas em instituições públicas de ensino superior. Cerca de 450 mil se inscreveram para concorrer a 26 mil vagas oferecidas em 48 universidades públicas e institutos de educação profissional.

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SUS vai atender pacientes em casa

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Pacientes com dificuldade de locomoção ou que precisam de atenção regular, mas não necessitam ser hospitalizados, vão receber cuidados médicos em casa. É o que prevê portarias publicadas hoje (8) pelo Ministério da Saúde. Elas reorganizam o atendimento de urgência no Sistema Único de Saúde (SUS).

Com o atendimento domiciliar, o governo quer reduzir as internações hospitalares e estimular a recuperação do paciente em casa, que é mais rápida. Para este ano, o investimento deve ser de R$ 36,5 milhões.

O ministério vai publicar outras portarias para definir como os profissionais da rede de atenção básica, entre eles os do Programa Saúde da Família, deverão proceder nesses casos.

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