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  1. Centro de Tratamento de Queimados fica no Hospital Walfredo Gurgel Inter TV Cabugi/Arquivo O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e a Defensoria Pública (DPERN) ajuizaram uma ação para obrigar o Governo do Estado a retomar as obras do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal. Segundo os órgãos, a reforma está paralisada e reduziu a capacidade da unidade de 22 para 12 leitos. Na ação, o MPRN e a Defensoria pedem que a Justiça determine, em caráter de urgência, que o Estado retome a obra em até 30 dias, por meio de contratação emergencial ou outro mecanismo previsto em lei. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) informou que a paralisação da obra ocorreu após problemas com duas empresas contratadas e afirmou que já trabalha, com orientação da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), para retomar as obras (veja posicionamento completo abaixo). O CTQ é o único serviço público especializado em atendimento a pacientes com queimaduras no Rio Grande do Norte e recebe casos de todo o Estado, incluindo crianças com queimaduras graves. LEIA TAMBÉM: Mulher tem 45% do corpo queimado após cair em fogueira e é transferida para Natal Os órgãos também pedem que seja apresentado um cronograma para concluir a reforma em até 90 dias e, ao final do processo, que o Estado seja condenado a finalizar integralmente a obra em até 120 dias, além de adquirir equipamentos e contratar profissionais para restabelecer a capacidade da unidade. Obra acumula atrasos Segundo a ação, a reforma começou em junho de 2024 e deveria durar três meses. A primeira empresa contratada abandonou a obra em agosto de 2025. Um novo contrato emergencial foi firmado em dezembro do mesmo ano, mas, passados cerca de 150 dias da ordem de serviço, apenas 2,33% da obra havia sido executada, conforme relatório do engenheiro responsável pela fiscalização. O contrato acabou rescindido e, até o ajuizamento da ação, não havia sido feita nova contratação. Estrutura comprometida Vistorias feitas pelo Ministério Público, Defensoria e Conselho Regional de Medicina do RN apontaram que diversos setores do centro deixaram de funcionar durante a reforma. Segundo os órgãos, foram desativados a sala de balneoterapia, a sala exclusiva para curativos, o ginásio de reabilitação, leitos de isolamento e de cuidados semi-intensivos, além do repouso médico. O ambulatório, que fazia cerca de 22 mil atendimentos por ano, passou a funcionar apenas dois dias por semana em um espaço improvisado. As inspeções também registraram infiltrações, escombros, poeira, fiação exposta e problemas na climatização da unidade. Em vistoria feita em junho deste ano, o Cremern identificou que 21 pacientes queimados eram acompanhados pela equipe especializada, mas apenas 12 estavam internados no próprio centro. Os outros nove precisaram ser distribuídos por outros setores do hospital, como UTIs e enfermarias. A ação também aponta falta de profissionais na unidade. Segundo o MPRN e a Defensoria, o centro não possui clínico-geral durante o período noturno nem equipe exclusiva de enfermagem em tempo integral. O número de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais também está abaixo do recomendado pelo Ministério da Saúde. O que diz o Estado O secretário de Estado da Saúde Pública, Alexandre Mota, atribuiu a paralisação da reforma a problemas com as empresas contratadas para executar a obra. Segundo ele, a primeira empresa abandonou os serviços e a segunda, contratada por dispensa de licitação, "não deu conta". "A empresa que assumiu essa dispensa, ela não deu conta. Ela entregou somente em medições por volta de 2% da obra. A gente tinha uma obra orçada estimada em R$ 1,2 milhão e ela entregou uma nota fiscal de R$ 29 mil", afirmou. Mota explicou que, diferentemente de outras obras em demais unidades do Estado, não havia uma segunda colocada na licitação para assumir os serviços do Centro de Tratamento de Queimados, o que obrigou o Estado a iniciar um novo processo de contratação. Sobre a retomada da obra, o secretário disse que a Procuradoria-Geral do Estado orientou a realização de uma licitação emergencial, em vez de uma requisição administrativa. Segundo ele, essa modalidade permitirá utilizar os recursos federais já destinados à reforma. "A PGE nos indicou que nós fizéssemos uma licitação emergencial. Se por ventura o juiz entender, como a promotora está entendendo, vai nos beneficiar, porque vai permitir que nós cumpramos aquilo que a própria PGE já recomendou, que é uma licitação emergencial mais rápida, mais diligente". O secretário afirmou ainda que uma eventual decisão da Justiça determinando a retomada das obras está em sintonia com o entendimento da própria Sesap. "É necessário criar um mecanismo de diligência para que a obra possa acontecer o mais rápido possível", declarou. Agora no g1

  2. Surto de bicho-de-pé em ocupação na Zona Norte de Natal Cerca de 100 crianças e adolescentes do assentamento Luiz Beltrame, localizado no conjunto Parque dos Coqueiros, na Zona Norte de Natal, foram diagnosticados com tungíase, doença popularmente conhecida como bicho-de-pé. A situação mobilizou uma ação emergencial realizada no último sábado (4), que reuniu médicos, voluntários e entidades sociais para atender os moradores da comunidade. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp A tungíase é causada pela penetração de uma pequena pulga na pele, geralmente nos pés. O parasita provoca coceira intensa, dor e inchaço e, quando não tratado adequadamente, pode causar infecções graves e outras complicações. O surto foi identificado por voluntários que atuam na comunidade e levou o projeto Pediatria Itinerante, que realiza atendimentos periódicos em áreas vulneráveis, a promover uma edição extraordinária voltada exclusivamente para o tratamento da doença. Segundo a coordenadora do projeto, Beatriz Jucá, a gravidade dos casos encontrados motivou a mobilização emergencial. "Muitas crianças apresentavam bicho-de-pé, algumas com cerca de 30 a 40 lesões. É uma pulga muito pequena, que forma uma espécie de bolsa na pele e provoca muita dor. Quando vimos a situação, decidimos ajudar com médicos e tratamento", afirmou. Ao todo, 11 médicos participaram da ação realizada em uma escola municipal da região. As crianças passaram por avaliações clínicas, receberam prescrições médicas e, nos casos considerados mais graves, foram encaminhadas para acompanhamento especializado. Surto foi registrado no assentamento Luiz Beltrame, no Parque dos Coqueiros Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi A dona de casa Isabel Cristina afirmou que a tungíase é um problema frequente na comunidade. Ela contou que já teve a doença e que atualmente os três netos enfrentam a infecção. "Já tive, e hoje os meus três netos estão com bicho-de-pé. Onde a gente mora não tem como não pegar, porque é uma área que tem animais e outras coisas que transmitem. A gente coloca remédio, mas o problema volta porque é constante", relatou. Outra moradora do assentamento, Simone dos Santos, descreveu a situação como uma calamidade e associou o aumento dos casos às condições ambientais da região. "Principalmente quando chove muito, ficam muitas poças de água e isso gera muitos germes e bactérias. Muitas crianças têm bicho-de-pé. Já teve caso de criança precisar fazer cirurgia por causa de infecção", disse. O médico pediatra Francisco Mikussi alertou que, embora muitas pessoas tratem a tungíase como um problema simples, a doença pode evoluir para quadros graves quando não recebe tratamento adequado. "Nessas situações de maior dimensão, existem riscos importantes, como infecções bacterianas secundárias e até transmissão de tétano em crianças que estejam com vacinação incompleta. Nosso objetivo aqui é identificar os casos mais graves e encaminhá-los adequadamente", explicou. Segundo o médico, as lesões provocadas pelo bicho-de-pé podem infeccionar rapidamente. "Algumas pessoas até brincam com a situação, porque o local provoca coceira, mas não é brincadeira. Essas lesões podem evoluir para infecções graves, quadros sépticos e até precisar de hospitalização", afirmou. Como ocorre a transmissão A tungíase é causada pela pulga Tunga penetrans, encontrada principalmente em solos arenosos e em locais com presença de animais domésticos ou de criação sem controle sanitário adequado. Especialistas explicam que a prevenção depende de medidas simples, como: Evitar andar descalço em áreas contaminadas; Manter ambientes limpos; Realizar o tratamento de animais domésticos; Procurar atendimento médico ao perceber os primeiros sintomas; Evitar retirar o parasita em casa sem orientação profissional. Durante a ação deste sábado, além do atendimento médico, as famílias receberam orientações sobre higiene e prevenção. Ao final, as crianças também receberam sandálias para reduzir o risco de novas infecções. "Eles conseguiram doações de sandálias porque muitas crianças, mesmo após o tratamento, acabam sendo reinfectadas por não terem um sapato adequado", explicou Beatriz Jucá. Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Natal informou que realiza periodicamente ações de saúde no assentamento Luiz Beltrame, no Parque dos Coqueiros, com o objetivo de atender às demandas da população local. A pasta afirmou ainda que não tinha conhecimento prévio sobre o surto de tungíase registrado na comunidade, mas informou que uma ação com equipes do Distrito Sanitário Norte II já está programada para acontecer ainda neste mês no local.

  3. MP e Defensoria pedem restituição em dobro para clientes afetados por falhas no faturamento em contas de energia no RN Reprodução/Jornal Nacional O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e a Defensoria Pública do Estado (DPERN) entraram com uma ação na Justiça para corrigir falhas no faturamento e cobranças abusivas no Sistema de Compensação de Energia Elétrica. A ação pede que a Neoenergia Coser pague em dobro os valores cobrados indevidamente de clientes de energia solar. Em nota, a Neoenergia Cosern informou "que não foi notificada sobre a ação e que irá adotar as medidas cabíveis após tomar ciência e analisar o conteúdo". 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp A partir de novembro de 2025, órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, a Defensoria e o MPRN, passaram a registrar diversas reclamações de titulares de unidades de geração fotovoltaica. Os relatos indicavam uma elevação repentina e exorbitante nos valores das faturas, sem comunicação prévia sobre alterações na lógica de compensação de créditos. O problema atingiu centenas de famílias e empreendedores potiguares. Segundo a ação, a lesão coletiva envolve a alteração unilateral do sistema de faturamento por parte da distribuidora. A empresa passou a cobrar o consumo integral das unidades beneficiárias, ignorando os saldos positivos de créditos acumulados. O processo também aponta a imposição automática de parcelamentos indevidos e a cobrança de impostos e tarifas sobre a energia compensada. A prática desrespeita o direito adquirido de produtores antigos, que possuem isenção garantida até o ano de 2045. Antes da judicialização, o MPRN instaurou um inquérito civil para apurar a retenção de créditos e a suspensão da compensação mensal. O órgão realizou audiências extrajudiciais e requisitou pareceres técnicos. A ação coletiva foi articulada após o esgotamento das tentativas de diálogo com a empresa. Além da restituição em dobro, as instituições exigem o pagamento de uma indenização por danos morais coletivos estipulada em R$ 46 milhões. O valor será revertido ao Fundo Estadual de Defesa dos Direitos Difusos. Os autores também apresentaram pedidos liminares para proibir a suspensão do fornecimento de eletricidade e impedir a negativação dos usuários afetados. O documento exige ainda a adequação dos canais de atendimento ao consumidor. Sobre a gravidade da situação, a ação assinada pelos promotores de Justiça destaca que “a lide não repousa sobre meros descasamentos logísticos de leitura, mas sobre a subversão sistêmica de um modelo matemático e normativo criado para incentivar a sustentabilidade energética”. Agora no g1

  4. Menina de 10 anos morre em acidente com rede em Mossoró; suspeita é de enforcamento acidental Reprodução Uma menina de 10 anos morreu neste domingo (5) após um acidente com uma rede dentro da casa da avó, em Mossoró, na Região Oeste do Rio Grande do Norte. Segundo a Polícia Civil, o caso foi registrado como suspeita de "enforcamento", que teria ocorrido de maneira acidental. A vítima foi identificada como Maria Vitória Silva de Morais. O caso aconteceu no bairro Pintos, dentro de um dos quartos da residência. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp De acordo com o delegado Luiz Antônio, que esteve no local, a criança costumava brincar com a rede, se movimentando com o tecido enrolado ao corpo. Em uma dessas brincadeiras, a criança teria passado mal, caindo em seguida, e a rede teria se prendido na região do pescoço. Agora no g1 "A dinâmica é que na verdade a criança entrou no quarto e tinha o costume de brincar na rede. Ela enrolava na cintura e ficava girando, aí soltava. Ou ela passou mal ou não se sabe se ficou tonta e, ao cair, a rede sufocou ela, enganchou no pescoço", explicou o delegado Luiz Antônio. Maria Vitória foi socorrida pela mãe e levada ao Hospital Municipal Francisca Conceição da Silva, de Mossoró. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a equipe conseguiu reanimá-la inicialmente, mas a menina sofreu uma parada cardíaca logo depois e não resistiu, vindo a óbito na unidade hospitalar. Em nota, a prefeitura de Mossoró se solidarizou com a família e informou "que todos os procedimentos necessários foram realizados pela equipe médica da unidade". O caso foi encaminhado para ser investigado pela 38ª Delegacia de Polícia de Mossoró. "A medicina legal é que vai ajudar, vai contribuir muito para que venha a ser concluído esse inquérito, possivelmente por uma fatalidade", falou o delegado. A criança tinha viagem marcada para Minas Gerais, onde a mãe morava, nesta segunda-feira (6). Vídeos mais assistidos do g1 RN

  5. Motocicleta foi penhorada sem autorização da vítima Divulgação Uma mulher foi presa no sábado (4) em Mossoró, na Região Oeste do Rio Grade do Norte, após registrar um falso roubo da motocicleta do namorado para tentar esconder que havia penhorado o veículo sem autorização para conseguir um empréstimo particular, segundo a Polícia Civil. A mulher, que não teve o nome divulgado, informou à polícia que a moto havia sido levada durante um assalto, mas a versão foi desmentida durante a investigação. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp De acordo com a polícia, a motocicleta pertencia ao companheiro da suspeita. Sem o conhecimento dele, ela utilizou o veículo como garantia para conseguir um empréstimo de R$ 2,7 mil com um terceiro. A investigação policial indicou ainda que o dinheiro pego emprestado pela mulher foi perdido em apostas on-line. Agora no g1 Os policiais localizaram a motocicleta com o homem que havia emprestado o dinheiro e constataram que o crime não havia ocorrido. A mulher foi presa em flagrante e vai responder pelos crimes de falsa comunicação de crime e estelionato. Segundo a Polícia Civil, a mulher também possui antecedentes por ocorrências semelhantes. Vídeos mais assistidos do g1 RN

  6. Jovem de 22 anos morreu com tiro no pescoço em Mossoró (Créditos: Mossoró Patrulha) Uma jovem de 22 anos foi morta com um tiro no pescoço na frente da casa de uma amiga na noite deste domingo (5) em Mossoró, na região Oeste do Rio Grande do Norte. A vítima foi identificada como Anny Kerollayne Rodrigues de Morais. O crime ocorreu na Rua Gilcimara Raquel, no no bairro Abolição IV. Até a atualização mais recente desta reportagem, nenhum suspeito havia sido preso , e a motivação do crime era desconhecida pela polícia 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp Segundo a Polícia Civil, ela estava na companhia da amiga em uma praça nas proximidades e, em seguida, as duas foram até a residência da amiga. Anny Kerollayne permaneceu do lado de fora do imóvel, encostada em uma cadeira, quando foi surpreendida por um disparo de arma de fogo que, segundo a polícia, a antigiu no lado esquerdo do pescoço. Jovem foi morta com tiro em frente a casa de amiga. Ela tinha 22 anos Redes sociais Segundo o delegado Jomário Montenegro, que acompanhou a ocorrência, o tiro atravessou o pescoço e atingiu a cadeira onde ela estava. De acordo com a Polícia Civil, foi apenas um disparo. A jovem morreu ainda no local, antes da chegada de qualquer tipo de socorro. O delegado Jomário Montenegro informou que a suspeita inicial é de que o crime tenha sido cometido com um revólver, informação que ainda será confirmada pela perícia. Policiais militares do 2º Batalhão isolaram a área até a chegada da Polícia Civil e da Polícia Científica, responsáveis pelos procedimentos periciais e pela remoção do corpo. Segundo a Polícia Civil, a cápsula da munição e o celular da vítima foram levados. O caso será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), que busca identificar o autor e esclarecer a dinâmica do crime. Vídeos mais assistidos do g1 RN

  7. Chuvas em Natal Demis Roussos/prefeitura de Natal Natal encerrou o primeiro semestre de 2026 com um volume de chuvas 23,2% acima da média histórica para o período. Os dados forma divulgados pela Defesa Civil de Natal, com base em medições do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp De acordo com a Defesa Civil, entre janeiro e junho deste ano foram registrados 1.381,6 milímetros de precipitação - 260 milímetros a mais que a média histórica dos últimos 22 anos, de 1.121,3 milímetros. A série histórica do Inmet foi iniciada em 2003. O levantamento considera apenas os anos com medições consistentes, desconsiderando períodos que apresentaram falhas de registro. Agora no g1 A Defesa Civil de Natal orienta a população a colaborar com a preservação do sistema de drenagem, evitando o descarte irregular de lixo em ruas, galerias e bocas de lobo, prática que compromete o escoamento das águas pluviais e aumenta o risco de alagamentos. Em situações de emergência, o órgão pode ser acionado pelo telefone 199. Alerta de chuvas O Inmet emitiu um alerta de chuvas intensas para todas as 167 cidades do Rio Grande do Norte até 23h59 deste domingo (5). O alerta dura desde o sábado (4) e reduz o número de cidades a partir de segunda-feira, mantendo a capital Natal entre os municípios atingidos. O grau de severidade do alerta é de perigo potencial, da cor amarela, que prevê chuva entre 20 e 30 mm/h ou de até 50 mm por dia, além da possibilidade de ventos intensos, variando entre 40 e 60 km/h. O Inmet destaca que neste tipo de alerta é baixo o risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas. Vídeos mais assistidos do g1 RN

  8. Praia de Areia Preta, em Natal Igor Jácome/g1 Três pontos do litoral da Grande Natal estão impróprios para banho neste fim de semana, segundo o boletim de balneabilidade divulgado nesta sexta-feira (3) pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do RN (Idema-RN). O boletim tem validade até a próxima quinta-feira (9), quando uma nova análise será realizada e publicada pelo Idema. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp São dois pontos impróprios para banho em Parnamirim e um em Natal. Os pontos são: Rio Pirangi (Ponte Nova), em Parnamirim; Pirangi do Norte (Apurn), em Parnamirim; Areia Preta (Escadaria de Mãe Luíza), em Natal. Agora no g1 O boletim de balneabilidade monitora 33 pontos, entre praias, lagoas e rios, ao longo do ano - 18 a menos que no período do verão. As praias monitoradas ficam em Natal, Parnamirim, Nísia Floresta e Extremoz. A análise tem como base a quantidade de coliformes termotolerantes - também chamados de coliformes fecais - presentes na água, seguindo os critérios estabelecidos por uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que define os parâmetros para a classificação das águas próprias e impróprias para banho. O monitoramento integra o Programa Água Azul, que é desenvolvido em parceria entre o Idema, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) e a Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do RN (Funcern). Vídeos mais assistidos do g1 RN

  9. Base do Comando de Polícia Rodoviária Estadual (CPRE) em Natal RN Rio Grande do Norte PM Polícia Militar Trânsito Francielly Medeiros/Inter TV Cabugi O motorista de um buggy, de 43 anos, foi preso na tarde deste sábado (4) em Extremoz, na Grande Natal, após fugir de uma blitz e, quando parado, se recusar a realizar o teste do bafômetro. Segundo o Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE), a fuga foi registrada na Estrada de Genipabu, no litoral Norte potiguar. A ação fazia parte da Operação Zero Álcool. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp De acordo com o CPRE, o condutor a bordo de buggy tentou se esquivar da fiscalização e, ao ser interceptado, se recusou a realizar o teste de alcoolemia. O motorista recebeu voz de prisão "diante dos visíveis sinais de alteração da capacidade psicomotora", segundo o CPRE. O infrator também resistiu à prisão. Agora no g1 Após ser detido, o homem foi encaminhado à Central de Flagrantes e autuado pelos crimes de embriaguez ao volante, resistência e desobediência. Embriaguez ao volante ➡️ As prisões por embriaguez ao volante ocorrem quando os testes de alcoolemia, também conhecidos como testes do bafômetro, realizados nos motoristas indicam valores superiores a 0.33mg/L. ➡️ A prisão também pode ser efetuada, segundo a legislação, caso haja a recusa do motorista em realizar o teste do etilômetro.Nesse caso, os policiais avaliam se o condutor apresenta sinais de alteração da capacidade psicomotora para efetuar a prisão. 🚗 O crime de dirigir sob influência de álcool ou substância psicoativa é previsto no artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e prevê pena de 6 meses a 3 anos de prisão, além de multa e possibilidade de suspensão ou perda de Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O ato é considerado infração gravíssima. Vídeos mais assistidos do g1 RN

  10. 25 animais de raça são resgatados em Mossoró Vinte e cinco animais em situação de maus-tratos foram resgatados em uma casa no bairro Lagoa do Mato, em Mossoró, na Região Oeste do Rio Grande do Norte. O grupo era formado por 14 cães e 11 gatos de raça, que eram utilizados para reprodução e venda clandestina na internet. A ação aconteceu após denúncias recebidas pelo Centro de Controle de Zoonoses, que contou com o o apoio de instituições de proteção animal e autoridades de segurança. O resgate aconteceu na quinta-feira (2). 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp De acordo com os relatos das organizações que participaram do resgate, o imóvel apresentava condições precárias de higiene, com acúmulo de lixo e presença de insetos. A maioria dos cães e gatos apresentava problemas de saúde, especialmente doenças de pele, e passou por uma avaliação inicial ainda no local. Animais estavam em condições de maus-tratos em residência em Mossoró Reprodução/Inter TV Cabugi "Temos três [cadelas] fêmeas prenhas, com bastante problema de pele. Os Shih Tzu com problema de pele, tem um também com problema ocular, que deve ter cegueira", relatou Renata Praxedes, ativista de causa animal e responsável por uma instituição que recebeu a maioria dos animais. "Todos os gatos estão doentes, nenhum está saudável. Eles espirram. Tinha um gato com bastante pelo embolado, então nós tivemos que passar a máquina no zero, tosar um gato, que não é comum. Estão com diarreia, diarreia sanguinolenta, eles têm muita secreção nos olhos também", completou . Um casal - que estava na residência no momento do resgate - vai responder pelo crime de maus-tratos contra animais. Eles não foram presos. ⚖️ A legislação brasileira estabelece que maus-tratos contra cães e gatos é crime punido com reclusão de dois a cinco anos, além de multa e proibição da guarda. Animais passam por tratamento Dois gatos, segundo a ativista, estão internados, sendo um deles um que era usado como reprodutor. Um cachorro da raça shar-pei, o maior animal entre os que estavam na residência, também foi internado. Renata informou que os animais foram encaminhados para abrigos em Mossoró, onde recebem cuidados veterinários. Após a recuperação clínica, eles serão disponibilizados para adoção. "Inicialmente todos os exames serão feitos. Nós estamos pedindo a colaboração da população porque nunca fizemos um resgate assim. Aqui na instituição do Refúgio Caramelo nós temos 19. E nós temos esses custos, principalmente com a internação e com urgências que acontecem", falou. As entidades de proteção animal orientam a população a não incentivar o comércio irregular de filhotes e a denunciar casos suspeitos de forma anônima aos órgãos competentes. Vídeos mais assistidos do g1 RN