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Estudo investiga novo índice de massa corporal

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Uma pesquisa de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da UFRN (PPGCF) estuda uma nova maneira de mensurar a massa corporal no cálculo de riscos à saúde. Intitulado Pontos de corte no ABSI para risco cardiometabólico, o trabalho tem o intuito de aplicar um indicador mais fidedigno do que o atualmente utilizado no Brasil, o Índice de Massa Corporal (IMC).

De acordo com a doutoranda Elys Costa, responsável pela pesquisa, o ABSI – sigla em inglês para A Body Shape Index – fornece mais dados para uma avaliação física completa. Ela explica que o IMC é uma razão apenas entre peso e altura, enquanto o ABSI também considera a circunferência da cintura para determinar o índice.

Para dar prosseguimento aos estudos, a pesquisa necessita de voluntários. Podem participar estudantes, servidores técnico-administrativos e professores da UFRN de ambos os sexos e com idade entre 18 e 59 anos.

Os testes são divididos em duas etapas. Na primeira, os participantes fazem uma avaliação sanguínea no Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL). Já a segunda é uma avaliação de composição corporal por meio do DEXA – uma espécie de Scanner – para identificar o percentual de gordura e densidade mineral óssea, realizada no Laboratório de Biodinâmica do Departamento de Educação Física, no campus central, em Natal.

Entre os cuidados na preparação para os testes estão o jejum de 12 horas, no caso do exame de sangue, e a utilização de roupas leves e sem partes metálicas durante a avaliação física. Todos os voluntários vão receber os resultados, incluindo taxas de glicose, colesterol e triglicerídeos e dados de funções renal e hepática.

Interessados em contribuir com o estudo devem entrar em contato com a pesquisadora pelo e-mail elyscosta@hotmail.com ou pelo telefone (84) 99916-0545. As avaliações acontecem às segundas e quintas-feiras, mediante agendamento.

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Prêmio Banco do Nordeste de Jornalismo abre inscrições para edição 2020

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A partir desta segunda-feira, 18, o Banco do Nordeste recebe inscrições para a edição 2020 de seu Prêmio de Jornalismo. São dezessete prêmios profissionais e um universitário, que somam R$ 234 mil, reconhecendo autores de reportagens sobre desenvolvimento regional.

As inscrições podem ser feitas pelo site do prêmio ou pelos Correios. O regulamento completo está disponível em: www.bnb.gov.br/web/premio-banco-do-nordeste-de-jornalismo.

Podem ser submetidos materiais jornalísticos de mídia impressa, rádio, audiovisual e internet, publicados ou veiculados de 1° de janeiro de 2019 a 31 de março de 2020, em território nacional, que abordem ações promotoras do desenvolvimento regional na área de atuação do Banco do Nordeste. Estudantes podem inscrever conteúdos de mídias-laboratório.

O Grande Prêmio Nacional reconhecerá trabalhos que abordem a temática "O crédito como fomentador de inovação e empreendedorismo nas micro e pequenas empresas". Os trabalhos devem ter como foco experiências ou iniciativas vinculadas ao impacto do crédito aplicado no segmento de MPEs relacionado à dinâmica econômica e social da Região.

O Prêmio Banco do Nordeste de Jornalismo foi criado em 1980 e já concedeu 324 prêmios a trabalhos que refletem sobre aspectos do desenvolvimento da Região.

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Banco do Nordeste reforça papel de maior agente financeiro da carcinicultura na Fenacam'19

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As aplicações do Banco do Nordeste em projetos de carcinicultura, no Rio Grande do Norte, cresceram de R$ 8,6 milhões para R$ 11 milhões, no período de 1.º de janeiro a 30 de setembro deste ano. O acréscimo corresponde a 28% em relação ao mesmo período do exercício anterior.

Por conta do apoio dado pela instituição ao setor e como principal agente financeiro da atividade na região, o Banco do Nordeste será homenageado com placa de reconhecimento pela 16ª Feira Nacional do Camarão (Fenacam'19), nesta quinta-feira, 14, no Centro de Convenções de Natal às 19h. A feira prossegue até sexta-feira.

Sentimento comum entre os participantes do evento é que o crescimento nos financiamentos sinaliza momento de retomada da carcinicultura, com aumento gradativo da produção e possibilidade, já em 2020, de o camarão voltar com força à pauta de exportações do país.

Os negócios realizados no setor, em 2019, no Rio Grande do Norte, localizam-se nos municípios de Guamaré, Macau, Mossoró, Canguaretama, Vila Flor e Ceará-Mirim, com predominância de projetos de pequeno e médio portes

Durante a programação da feira, nesta quarta-feira, 12, o superintendente estadual do Banco do Nordeste no Rio Grande do Norte, Jorge Bagdeve, palestrou sobre "Linhas de financiamento para o setor carcinicultor e aquicultor".

No pavilhão da Fenacam'19, com quase 200 expositores, estão sendo aguardados 5 mil visitantes ao longo do evento, que engloba outras iniciativas técnicas, científicas e empresariais. Dezenas de palestrantes nacionais e internacionais abordam temas sobre a carnicicultura e a aquicultura, brasileira e mundial.

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Banco do Nordeste tem nova diretora de Ativos de Terceiros

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O Banco do Nordeste empossou, nesta quinta-feira, 14, a nova diretora de Ativos de Terceiros, Sandra dos Santos Souza Lisbôa. Funcionária do BNB há 19 anos, é bacharel e mestre em Engenharia Química, com MBA em Gestão Empresarial e MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria.

Sandra dos Santos Souza Lisbôa é conselheira suplente do Conselho Fiscal da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Nordeste do Brasil (Capef) e estava à frente da gerência do Ambiente de Mercado de Capitais. A nova diretora também já atuou como gerente do Ambiente de Assessoria a Comitês e Colegiados Estatutários.

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Justiça absolve ex-reitor da UFRN em processo sobre licenciamento de software

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A Justiça Federal do Rio Grande do Norte absolveu o ex-reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) Ivonildo Rego e mais cinco dirigentes da Universidade, além dos sócios da ESIG, os empresários Gleydson Lima e Raphaela Galhardo, em ação penal movida pelo Ministério Público Federal no RN e declarou que o contrato firmado entre a empresa ESIG e a UFRN para licenciamento de uso de sistemas de informática seguiu o que determina a Lei de Inovação, estando todo o processo dentro da legalidade. A decisão foi proferida pelo juiz federal Mário Jambo, que acatou a tese da defesa.

Antes dessa decisão, o caso já tinha passado pela análise do Tribunal de Contas da União, em que já havia sido expedida decisão favorável no processo pela aplicabilidade da Lei de Inovação, e não da Lei das Licitações, como questionou equivocadamente o MPF/RN. O próprio TCU concluiu pela ausência de elementos que configurassem irregularidades, levando em conta que a dispensa de licitação para contrato de licenciamento de software está contemplada na Lei de Inovação.

Na decisão, o juiz frisou ainda que a própria Universidade chegou a firmar contratos equivalentes com outras três empresas de desenvolvimento de softwares, o que comprova que todo o procedimento ocorreu dentro da legalidade. As próprias testemunhas, em seus depoimentos, declararam que o processo tramitou normalmente, sem qualquer suposta celeridade excepcional.

Outro ponto de destaque da sentença é que ficou comprovado que não houve prejuízo ao erário, uma vez que ficou configurado nos autos que as atividades realizadas pela empresa licenciada são diferentes dos da Universidade quando esta realiza termos de cooperação. A defesa fez constar nos autos o caso da Universidade Federal do Piauí, que após contratar a ESIG teve expressivos resultados na implementação das tecnologias, gerando de fato economia aos seus contratantes. Além disso, após licenciamento outorgado à ESIG houve incremento de receita para a UFRN através de royalties pagos pela empresa.

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